Hoje, no Brique da Redenção em Porto Alegre, fiz essas fotos para o artesão Carlos Carreiro do box 168, cartolina branca no lugar da mesa de still! :)
Retratista Inez Duarte
Fone: 51-9130-6278 e 54-8156-3060 - Caxias do Sul, Porto Alegre e Vale do Paranhana
domingo, 13 de maio de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Batizado do Lorenzo
Final de semana de emoções, sábado o casamento da Jane e do Igor e domingo fotografei o batizado do Lorenzo na Catedral em Porto Alegre!
Casamento Jane e Igor
Sábado passado, dia 14 de abril fotografei o casamento da Jane e do Igor, na cidade de Taquara, meu primeiro casamento como fotógrafa principal!
Emocionante, com chuva e tudo!
A noiva foi um show de beleza, simpatia e elegância!
sábado, 7 de abril de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
Romã
Segundo pesquisadores russos, a romãzeira provém do centro do Oriente Próximo, que inclui o interior da Ásia Menor, a Transcaucásia, o Irãe as terras altas do Turcomenistão, junto com outras plantas frutíferas como a figueira, macieira, pereira, marmeleiro, cerejeira, amendoeira,avelaneira e castanheira.
A importância da romã é milenar, aparece nos textos bíblicos, está associada às paixões e à fecundidade. Os gregos a consideravam como símbolo do amor e da fecundidade. A árvore da romã foi consagrada à deusa Afrodite, pois se acreditava em seus poderes afrodisíacos. Para os judeus, a romã é um símbolo religioso com profundo significado no ritual do ano novo quando sempre acreditam que o ano que chega sempre será melhor do que aquele que vai embora.
Quando os judeus chegaram à terra prometida, após abandonarem o Egito, os 12 espias que foram enviados para aquele lugar voltaram carregando romãs e outros frutos como amostras da fertilidade da terra que Jeová (Deus) prometera. Ela estava presente nos jardins do Rei Salomão. Foi cultivada na antiguidade pelos fenícios, gregos e egípcios. Em Roma, a romã era considerada nas cerimônias e nos cultos como símbolo de ordem, riqueza e fecundidade.
Os semitas a chamavam de “rimmon”, para os árabes era conhecida como “rumman”, e mais tarde, os portugueses a chamaram de romã ou “roman”. Na Idade Média a romã era freqüentemente considerada como um fruto cortês e sanguíneo, aparecendo também nos contos e fábulas de muitos países. Os povos árabes salientavam os poderes medicinais dos seus frutos e como alimento. Tanto a planta, como o fruto, têm sido utilizados em residências ou em banquetes pelo efeito decorativo das suas flores e dos seus frutos, além do seu uso como cerca viva e planta ornamental. Segundo uma antiga crença popular, se você levar na carteira três sementes de romã, "dinheiro nunca há de lhe faltar".
Fonte: wikipedia
segunda-feira, 26 de março de 2012
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